segunda-feira, 31 de maio de 2010

Prece de renovação.

Perdoe Pai...
Os crimes que cometi pelo silêncio,
As atitudes que não viraram ação!
Por não virar o outro lado da face,
E abrigar sombras dentro do meu coração!

Perdoe Pai...
As lágrimas que me faltam aos olhos
As palavras que não expressam verdade.
Por ser alheio à indulgência
E pagar maldade com a própria maldade.

Perdoe Pai...
Por espalhar o que não tenho nem pra mim
Por duvidar que o fim da vida não seja o fim.
Que por vezes, eu seja indiferente por pensar assim.

Perdoe Pai...
Se hoje cedo levantei reclamando da vida
Que às vezes faça de seu trabalho uma obra perdida.
Não sou nada, nem um pouco interessante.
Mas agora estou aqui e peço forças para seguir adiante.
Perdoe-me Pai... Pois muitas vezes fui um covarde...
Perdoe-me Pai e mande-me forças para reparar tudo antes que seja tarde!

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